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Diário de uma divorciada

Diário de uma divorciada

01.Out.07

Delírios de uma solitária

Oh, minhas queridas amigas e leitoras, isto é muito triste… Estou a passar por uma fase dificílima e preciso da vossa ajuda.
É ou não é verdade que, nem que seja uma vez na vida, nos questionamos qual será o nosso tipo de homem perfeito!? Pois é. Foi num desses meus momentos profundos que eu me pus a pensar, a pensar e a pensar …e depois de muito aprofundar as motivações do meu subconsciente, lancei-me o desafio e o resultado foi este:
Em primeiro lugar, o tipo tem que ser alto, charmoso e bem parecido.
Em segundo lugar, tem que ser inteligente e seguro de si.
Em terceiro lugar, tem que ser um pouco mais velho para que eu me sinta a sua menina.
Em quarto lugar tem que ajudar nas tarefas domésticas ou ganhar o suficiente para contratar uma empregada.
Bem… até que não sou muito exigente, pois não? Aliás, nem ninguém me pode acusar de procurar alguém que não existe. Sim, sim, que o dito senhor anda por cá ao de cimo da terra. Ao cimo da terra, no cinema, nas páginas das revistas… Ai, Ai…
 Estou a falar, como é óbvio, do George Clooney. E é aqui que eu preciso da vossa ajuda, porque o meu inglês é péssimo e eu não sei qual a melhor maneira de abordar um Deus em inglês. Ajudam-me!?
Para começar, estava a pensar convidá-lo para jantar:
“Clooney, you fast-food comigo”?
Depois dele aceitar o meu irrecusável convite, entraria em questões mais profundas:
“kiss! Kiss, Kiss, My hero (que eu) clonei – You mary me?”
É claro que depois de passada a bebedeira, voltaria para casa para clonar antes a minha “clean Machine” da loiça que deu o berro há dias…
Moral da história ou verdade científica acerca dos delírios de uma gaja solitária:
Mesmo que sejas pobre, nunca poupes nos sonhos!

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